01
Jun 09

Textos a concurso:

 

 

“Anda um ai na minha vida

Que me lembra a cada passo

A distância que separa

O que eu digo do que eu faço”

 

O que eu nunca fiz, farei

E o que eu nunca digo, direi

À medida do que faço

Parece que dou um passo

 

Os amores andam no ar

Como o meu nunca andou

Não o incentivo a parar

Porque nada disto mudou

 

Vida é vida

Para quem a consegue viver

Se não viver a vida

O que é que eu hei-de fazer?

 

Marta dos Santos Lucas, 12 Anos, 7º Ano

 

 

 

“Amo-te muito, meu amor, e tanto

Que de ter-te, amo-te mais

E mais ainda, depois de ter-te, meu amor

Não finda como próprio amor, o amor do teu encanto.”

 

Por que é que tens de te afastar?

Eu tenho a certeza que é contigo que quero ficar!

 

Eu quero-te ao meu lado,

Porque descobri o meu príncipe encantado.

Sem ti, já nada faz sentido

Por que é que não aceitas o meu pedido?

 

Tu estás distante

E a minha dor é constante

Espero por ti,

Desde da última vez que te vi

 

É a ti que eu amo…

É em ti que eu confio…

 

Admiro-te por aquilo que és

Admiro-te por tudo o que fazes

 

Tu és a minha riqueza …

Tu salvas-me da minha tristeza…

 

Quero-te só para mim

Para viver este amor sem fim!

 

Laura Gonçalves Pereira, 12 anos, 7º Ano

 

 

 

Numa madrugada de Maio, muito cedo, mesmo bem cedo, se “cai” da cama…

Levantei-me e o dia começava a nascer.

Que sensação única, parecia que a vida estava a nascer. Os raios do sol que apareciam no horizonte era a vida a nascer. Os primeiros passos na rua era a vida a nascer.

Tanta vida numa só vida!...

Não sei como, mas ali, dei conta que a vida é eterna e é feita de muitas vidas na mesma vida, sem princípio nem fim.

Compreendi, naquele momento, ou melhor dizendo, compreendi aquilo que então podia compreender: a vida não é nossa, está à disposição de vivermos o amor.

O amor eterno serve-se da nossa vida para ter vida e viver em cada um de nós a sua própria vida.

O que importa é ir sempre em frente, mesmo quando parece impossível, sem nunca se poupar.

Garanto-vos que amor não falta; melhor, falta vida para deixar viver o amor em cada uma das nossas vidas.

Deixemos de ser assassinos.

Deixemos viver o amor na nossa eterna vida!...

 

Este texto em prosa foi feito a partir da estrofe:

Afirmam que a vida é breve,

Engano-a a vida é comprida:

Cabe nela amor eterno

E ainda sobeja vida.

(António Botto, in “Pequenas esculturas”, 1928)

 

Maria Barbosa Leal de Sousa Mano, 12 Anos, 7º Ano

 

 

 

“Amo-te muito, meu amor, e tanto,

Que ao ter-te, amo-te mais,

E mais ainda, depois de ter-te, meu amor,

Não finda com o próprio amor, o amor do teu encanto.”

 

Não sei o que sinto,

Mas também não minto;

Será dor,

Será amor;

Dor não é de certeza,

Amor é com tristeza;

 

Não sei o que diga,

Será que estou com fadiga?

Não me parece…

Mas quem é que merece?

Pergunto a mim mesma,

 

Os momentos que passamos,

Sempre os protestamos;

As tristezas que declaramos,

Sempre as elogiamos;

 

Até as pessoas que não nos merecem,

Por vezes são as que nos esclarecem;

 

È difícil acreditar que há alguém que nos ama,

Será que é quando se acende uma chama?

 

Ninguém sabe ao certo o que é o amor,

É como quando a natureza se enche de cor!

 

Adriana Pimentel 7ºB Nº1

 

 

 

“Amo-te muito, meu amor, e tanto

que ao ter-te, amo-te mais, e mais ainda

depois de ter-te, meu amor. Não finda

com o próprio amor o amor do teu enconto.”

 

Amar é sonhar

quando sonho, penso em ti

porque te amo e estás sempre em mim.

 

Se amar é sonhar, sonho contigo a cada momento

Se amar é viver, vivo contigo a cada instante

Se tudo isto é amar, amo-te eternamente.

 

Jéssica Daniela Rama Branco, 13 Anos, 7º ano

 

 

 

 

 

“Amo-te muito, meu amor, e tanto,

Que ao ter-te, amo-te mais,

E mais ainda, depois de ter-te, meu amor,

Não finda com o próprio amor, o amor do teu encanto.”

 

 

Amor em segredo!

 

 

Não é fácil decidir… se eu lutar, posso ganhar mas, também posso perder e… se fugir nunca vou saber se ganhava!

Não é fácil dizer-te o que sinto, porque podes não aceitar mas, também não é mais fácil esconder-to… Gostar de ti em segredo e pensar em ti a todas as horas… em todos os minutos.

Não ter com quem falar, a quem contar os sonhos que tenho quando penso em ti.

Não saber se vale a pena continuar a alimentar o sonho de um dia poder ser feliz a teu lado, de juntos alcançarmos o céu e lá… podermos viver nas nuvens e contar aos anjos a felicidade de ser amado…

Amar-te como nunca amei ninguém, sorrir-te como nunca sorri a ninguém, dar-me a ti como nunca me dei a ninguém, olhar-te como nunca olhei ninguém.

Mergulhar nos teus lindos olhos e perder-me eternamente, num lugar em que tudo fosse possível…

Sentir-me segura e amada contigo… para sempre num mundo só nosso… onde as estrelas brilhassem só para nós!

Não sei descrever o que sinto … um sentimento simples e verdadeiro… que faz com que acorde com vontade de viver… Viver a vida a cada momento sem pensar no amanhã mas, sempre a imaginar-me a teu lado…

 

Eva Seiça, 7ºano

publicado por bibliojorgemontemor às 15:01

04
Mai 09

CONVITE

A BE da Escola Básica 2/3 Jorge de Montemor convida todos os meninos e meninas  * para um encontro com a autora do livro O que se vê no ABC, Danuta Wojciechowska, no dia 8 de Maio.

 

 

 

Nota: * Por motivos que se prendem com dificuldades de transporte, a actividade contará apenas com a presença das crianças dos JI’s de Montemor-o-Velho e do Seixo.

 

 

publicado por bibliojorgemontemor às 10:08

17
Mar 09

 

No dia 19 de Março de 2009, pelas 14 horas, a Escola E.B.1/J.I do Seixo terá a honra de receber a visita do escritor de histórias infantis Daniel Marques Ferreira. Assim, os presentes terão a oportunidade de entrevistar o autor assim como de verem autografadas as obras do referido autor.

 

Daniel Marques Ferreira nasceu em Macinhata do Vouga, em Águeda. 

Aos 14 anos foi viver para o Porto, onde frequentou o curso de pintura.

 Profissionalmente, tem-se dedicado ao design gráfico, mas a escrita acompanha-o desde sempre.

 Este autor tem publicado cerca de 2 dezenas de livros nas áreas info-juvenil.

 Daniel Marques Ferreira é formado em pintura, pela escola de Artes Decorativas.

 Especializou-se na área de design gráfico mas cedo se interessou bastante pela escrita.

 Aos 17 anos deu-se esse gosto pela escrita e publicou a sua 1ª produção que foi o suplemento "Juvenil" do Diário de Lisboa.

 O assunto em que se baseia o livro "Primavera Interrompida" é um dos assuntos mais preocupantes da sociedade actual, como por exemplo a toxicodependência e a SIDA, que é bastante preocupante.

 Daniel Marques Ferreira escreveu esse livro para incentivar os adolescentes pelo gosto da leitura.

publicado por bibliojorgemontemor às 19:04

Imagens do teatro de marionetas que decorreu na escola.

 

 

 

publicado por bibliojorgemontemor às 18:49

 A Biblioteca Municipal de Montemor-o-Velho, através do Clube de Leitura, assinala o mês do teatro com diversas actividades, nos dias 6, 20 e 27 de Março.

Programação:

Dia 6 de Março

Clube de Leitura dinamizado pelo Dr. Deolindo Pessoa

Horário: 19h00 – 20h00

 

Obra: "A noite dos animais inventados" de David Machado, distinguido com o prémio Branquinho da Fonseca 2005 da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo O Teatrão estreado uma adaptação da obra, em Maio de 2007.

 

Dia 20 de Março

I Maratona de Leitura

Horário: 15h00 – 18h00

 

Subordinado ao tema do Amor, vários declamadores – Machado Lopes, Joana Macias, Cláudia Silva, Carlos Alberto Cunha – vão estar em vários locais da Biblioteca Municipal, permitindo aos ouvintes deslocarem-se de espaço em espaço, consoante os poemas que mais lhes agradam.

 

27 de Março

Dia Mundial do Teatro

Conferência: "O ESPAÇO NO TEATRO" por Deolindo Pessoa

Horário: 15h00 – 16h00

Clube de Leitura dinamizado por Deolindo Pessoa com leitura de excertos de "Frei Luis de Sousa" de Almeida Garrett

   

Horário: 19h00 – 20h00

Obra: Frei Luís de Sousa

 

publicado por bibliojorgemontemor às 18:01

18
Fev 09

 

 

Entrevista a Madalena Santos, autora de Terras de Corza - O Décimo Terceiro Poder

Recentemente a editora Gailivro publicou mais uma autora na colecção Jovens Talentos. Chama-se Madalena Santos e lançou no passado dia 21 de Abril, no fórum da Maia, o livro Terras de Corza - O Décimo Terceiro Poder.

Esta jovem autora nasceu em Maio de 1987 e é natural da Maia. É estudante na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Concluiu com distinção o curso de teclado electrónico na Escola de Música Fernando Carneiro. Participou em concursos literários do Jornal Comércio do Porto, na secção Cantinho do Nicolau.

Foi Interact do Clube Rotary de Ermesinde, no momento é voluntária de Apoio Geral da Cruz Vermelha, Núcleo da Maia, e membro do Banco do Tempo de Valongo.

Por ocasião do lançamento do livro O Décimo Poder, concedeu esta entrevista à Épica

- O que podem os leitores esperar encontrar em Terras de Corza - O Décimo Terceiro Poder?

- O Décimo Terceiro Poder é uma história que se debruça na vida de uma donzela de Corte, Neferlöen, que, devido à conjuntura do momento, se viu subitamente nomeada Dama de Guerra, pronta a representar o seu pai adoptivo, o Rei de Levionda, nas terras meridionais do reino. As Terras de Corza são vítimas de um inimigo cuja identidade é desconhecida. Vulgarmente tratados por Intrusos de Negro, esses guerreiros pretendem reunir todos os tronos das Terras de Corza num só homem. A Neferlöen foi incumbida a responsabilidade de os derrotar e identificar esse desconhecido. Entretanto, surgem vários problemas que vão desde crises dinásticas a segredos familiares de várias gerações. Neferlöen destaca-se como uma verdadeira líder, que terá de enfrentar um mundo masculino, mas surpreendendo com a sua ousadia e determinação. O seu destino cruza-se com o amor, uma relação que, no final, será crucial quer para a realização da personagem quer para o término de todo o enredo.

- Fala-nos um pouco acerca do processo da escrita e publicação. Foi fácil publicar o livro?

- Foi tudo um imprevisto muito agradável. Comecei a escrever aos doze anos; até aí eram pequenas histórias, que passavam pela banda desenhada ou por rimas. Mas nessa idade irrompeu um grupo de personagens às quais dediquei cerca de três anos. A história desenvolvia-se num mundo completamente fantástico, numa dimensão paralela com elementos mágicos, que atingiu o tamanho de dois livros e um pouco mais. Mas aos quinze anos já não me identificava com o que escrevia: a minha linguagem escrita tinha evoluído, as influências do que lia na altura eram expressivas, eu sabia que era capaz de melhor. Foi então que larguei todo esse projecto quando, por acaso, as Terras de Corza nasceram. Durante quase dois anos trabalhei n’O Décimo Terceiro Poder e finalmente estava satisfeita com o resultado. (Em pequenos intervalos desta criação, concedi algum tempo a pequenos contos policiais e de suspense, bem sombrios.) Ao fim desse tempo, o monte de papelada parou numa estante, pronto a ser esquecido, não passando de uma invenção minha, sobre a qual só pousaram os olhos da minha irmã. Algum tempo depois, a minha família, em especial o meu pai, sugeriu-me que enviasse a obra para alguma editora, mais na intenção de conhecer a opinião profissional, no intuito de corrigir as minhas falhas. Isto no final do ano de 2004. Enviei então unicamente para uma editora, as Edições Gailivro. Para minha grande surpresa, em escassos meses recebi um telefonema da Editora, que estava disposta a apostar na minha criação. Estou extremamente agradecida à Gailivro, porque, para além de ter analisado profundamente o livro, achou-o digno de publicação. E, efectivamente, a brevidade foi de louvar. Concretizava-se um sonho que achava inatingível

- Terras de Corza faz parte da colecção “Jovens Talentos” que publicou Christopher Paolini e Inês Botelho. Notei, no entanto, que o livro foi designado como um romance de cavalaria e não fantasia. Porquê esta opção?

- Apesar das Terras de Corza serem um espaço completamente inventado, o ambiente vivido pelas personagens é reflexo de uma Idade Média na Europa mediterrânica. Como se tudo o que acontece a Neferlöen pudesse ter acontecido na época medieval europeia, porque não se registam magias ou seres fantásticos, nem roupagens ou armas desconhecidas. Não tem os elementos habituais e tão característicos do livro de fantasia.
- Como explicas esse fascínio pelo medievalismo na literatura fantástica existente em muitas obras pertencentes ao género, inclusive na tua própria obra?

- A época medieval é considerada uma altura de trevas, em que o mais forte imperava e os outros se submetiam a uma vida cruel. Mas a Idade Média é também recheada de elementos de um ambiente propício a grandes aventuras, em que o homem conta unicamente com a sua força física e a sua perspicácia, enfrentando olhos nos olhos os seus medos e os maiores obstáculos da sua vida, liberto de regras quando viaja, sufocado pelas manipulações e conspirações quando se encontra nos centros do Poder. Esse tipo de contraste proporciona oportunidades únicas em que se pode criar narrações sem fim. Para complementar, a mentalidade supersticiosa da altura conduz-nos ao mito e ao medo perante o desconhecido. Ninguém tinha coragem de fugir à vida quotidiana; aqueles que avançam, destemidos, eram heróis que descobriam novos mundos. Todo esse aroma épico de cavalgadas em terras aradas por alfaias de madeira e de devaneios nos corredores abastados dos poderosos, misturado com as crenças metafísicas, ajuda a dar um passo a caminho do fantástico. Realiza-se assim um abandono do habitual para aquilo que a mente humana tanto cultiva: a imaginação está sempre pronta a saborear o que não descobre pelos cinco sentidos. Antes da Época Clássica, é demasiado primitivo e desconhecido; a Antiguidade é riquíssima mas o seu ambiente é muito rígido; as eras posteriores à Idade Média têm relatos e crónicas cada vez mais completas, não deixando muitas lacunas para a imaginação completar. É a época ideal para servir de alicerce num mundo fantástico.

- A personagem principal é uma donzela que “não se trata de uma Joana D’Arc, mas de uma figura assumidamente mulher que demonstra a força da sua coragem e da sua inteligência em múltiplas situações até à vitória final”. Este livro pode também ser entendido como uma homenagem às mulheres?

- Realmente, louvar as virtudes de uma mulher numa época tão pouco feminina – em termos de poderio – pode homenagear as mulheres, mas a ideia era criar uma personagem completa e polémica; ser mulher num mundo de homens faculta diversos modos de enriquecer a intriga, os atritos florescem a todo o momento, complicando a toda a hora o destino da personagem. Não é a ideia primordial, mas de facto o enredo reconhece a força da mulher, que esteve e está sempre presente, só foi ofuscada pelas mentalidades, mas nunca esteve extinta.

- O que é um bom livro de literatura fantástica para ti?

- O que qualquer bom livro deve ser: tem de convencer o leitor que está a viver a história, que é verdade, fazendo-o deixar a realidade para se sentir na pele das personagens ou como um observador muito próximo. A literatura fantástica conta com a particularidade de lutar contra o ridículo; tantas invenções podem cair numa rotina pouco original e pouco convincente. E normalmente se desenvolve num universo inédito, logo a articulação de todos os pormenores deve exaustivamente formar um verdadeiro mundo. É essa a riqueza deste estilo.

- Que autores nomearias como influências na tua escrita?

- Pelo menos comigo, há livros que marcam alturas. Era muito nova quando Dentes de Rato, de Agustina Bessa-Luís, quebrou uma torrente de livros de Uma Aventura e Os Cincos e outros similares para me fazer descobrir um ambiente novo, que tanto me intrigou como me cativou. Mais tarde, quando ainda ninguém conhecia, fui mordida pelo bicho do Harry Potter. Entretanto, comecei a ter uma tendência cada vez mais acentuada em direcção aos históricos. Ainda a obra de Juliet Marillier e, em especial, a sua trilogia Sevenwaters, me deixou um gosto específico pela cultura celta. J. R. R. Tolkien também passou pelas minhas mãos com distinção. Actualmente estou enfeitiçada pela escrita de Umberto Eco e ando a vaguear na leitura de Steven Saylor. A minha escrita tem pequenos retalhos de todas as vivências que tenho. É o contacto com os amigos e a realidade mundial que me inspiram. A História do Mundo é a minha maior influência. Evidentemente que sentimentos suscitados numa ou noutra leitura me influenciaram, por isso, nomeio Juliet Marillier pela profundidade das personagens e J. R. R. Tolkien e Umberto Eco pelos universos grandiosos e absolutos que criaram nas suas obras. Esses são dois objectivos cruciais na minha actividade.

- Que conselhos darias a uma pessoa que queira ver o seu manuscrito publicado?

- Nem sempre é à primeira que o que escrevemos é suficientemente bom para satisfazer a nós próprios e aos outros. É necessário ruminar no que escrevemos durante bastante tempo e as correcções devem ser feitas com cabeça fria e de modo exigente. A partir de um momento, difícil de definir, não dá para adicionar mais pormenores; só se procede ao aperfeiçoamento tipográfico, porque acrescentar significa quebrar a homogeneidade da história. Depois, é um golpe de sorte e de determinação o envio a uma editora. A partir daí não está nas mãos do autor; é esperar pacientemente. Se não resultar à primeira, há dezenas de editoras para experimentar. Há casos famosos e flagrantes que mostram como o já referido factor humano falha, sem intenção.

 

OPINIÕES DOS LEITORES

- Eu sou a Joana e tenho 15 anos a minha mãe ofereceu-me o livro pelo Natal e eu adorei!!;) Adorei as história e as personagens. Até consegui ler o livro em três dias, quando o acabei não parei de falar nele!! Espero que escrevas mais assim!!   :) beijos Joana

 

- Oi, sou o Miguel, ando no Colégio de Quiaios, sei que (posso tratar-te por tu) vens cá à Feira do Livro. Assim que a professora falou do acontecimento e do livro fique interessado, achei que era uma boa oportunidade para começar a ler (pois antes ler não era comigo). Acho o livro bastante interessante apesar de ainda não o ter lido todo. Espero que continues a Escrever mais livros. Beijos do Miguel.

No­guei­rawww.madalenasantos.com/wp/contacto/

   


 

publicado por bibliojorgemontemor às 03:57

29
Jan 09

Os alunos que irão representar a nossa escola no Parlamento de Jovens 2009

 

publicado por bibliojorgemontemor às 16:57

14
Jan 09

 

Foi no dia 13 de Janeiro de2009, que decorreu na biblioteca da escola, a Eleição do Parlamento dos Jovens,na qual estiveram a votos 3 listas.

No fim da votação foram recolhidos os seguintesresultados:

 

Lista C- 193 votos

Lista A - 97 votos

Lista Z - 32 votos

Votos brancos- 2

Votos nulos - 2

 

Parabéns aos vencedores e a todos quantos participaram nesta iniciativa, quer estando nas listas, quer quem votou não deixando que outros tomassem decisões por si.

 

As fotos da iniciativa neste link

 

http://fotos.sapo.pt/eb23jm/playview/15

publicado por bibliojorgemontemor às 15:32

30
Out 08

Estão expostos na biblioteca da escola, num ambiente que se coaduna com a festividade do dia, os trabalhos participantes e que foram realizados pelos alunos da escola.

Poderás visitá-los no horário de abertura da mesma,e assim verificares que existem trabalhos para todos os gostos e feitios.

Passa por lá e de certeza que não te vais arrepender.

Aqui no lado direito do blogue está um slide alusivo e que contém fotos de alguns trabalhos que poderás lá encontrar. Se ainda não passaste na biblioteca, vê e já ficas com uma ideia do que lá poderás encontrar. Vai até lá e leva um amigo.

Mas claro não se esqueçam das regras de estar na biblioteca.

Uma boa visita.

 

publicado por bibliojorgemontemor às 12:16

27
Out 08

publicado por bibliojorgemontemor às 09:48

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